Para receber, entretanto, os professores não devem estar registrados como Micro Empreendedores Individuais (MEI) e nem receber algum benefício governamental. Felipe Lucas justifica a indicação alegando que as restrições impostas pela pandemia, diminuíram drasticamente e até extinguiram a fonte de renda de mestres, treinadores e professores de jiu-jítsu, muay thai, kickboxing, karatê e outros.

“Uma parte significativa dessa categoria vive de aulas avulsas, muitos são professores de artes marciais autônomos e estão proibidos de manter proximidade física dos alunos”, destaca o parlamentar. Felipe Lucas ressalta ainda o pioneirismo da capital baiana no acolhimento de trabalhadores prejudicados com a quarentena. “Salvador foi uma das primeiras cidades do Brasil a oferecer um benefício emergencial, demonstrando a visão social do prefeito ACM Neto, em quem confio na análise sensível desse pedido para nossos mestres, que são em maioria arrimos de família”, pontuou.
A orientação de distanciamento social e o fechamento de centros de treinamentos e academias, deixou sem renda muitos professores de atividades físicas. Para proteger a categoria, o vereador Felipe Lucas (DEM) protocolou o projeto que indica ao prefeito ACM Neto, a inclusão dos professores de artes marciais autônomos, no Programa Salvador por Todos, que beneficia com R$ 270 os profissionais que perderam a fonte de renda durante a pandemia do Coronavírus.

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